O elogio do Vaticano a Charlie Watts,"fugiu sempre do sexo fácil" manteve relação longa com a mulher

Charlie Watts,baterista dos Rolling Stones que morreu esta terça-feira , é alvo de um elogioso obituário no jornal do Vaticano, o L'Osservatore Romano, no qual se lê que o músico "fugiu sempre do sexo fácil" e manteve uma relação longa com a mulher, Shirley. "O baterista dos Rolling Stones foi a outra face da banda inglesa, sempre sóbria, séria, um cônjuge fiel para toda a vida, desde 1964, de Shirley Ann Shepherd", defende a publicação, acrescentando que o músico estava "a mil anos-luz da transgressão radical do vocalista Mick Jagger e de outros". Watts e Shepherd casaram-se em 1964, há 57 anos, e tiveram apenas uma filha, Seraphina, hoje com 53 anos. "Fugiu sempre do sexo fácil para ser o marido e o pai de toda a uma vida", lê-se ainda no obituário, "foi um símbolo, sim, ainda que contra a corrente". Quase 20 dias depois de ter sido anunciado que Watts não seguiria na próxima digressão dos Rolling Stones, por motivos médicos, o músico britânico acabou por morrer, aos 80 anos, num hospital de Londres. As causas da morte não foram divulgadas, sabe-se apenas que o baterista tinha sido operado de urgência no início do mês.

O elogio do Vaticano a Charlie Watts,"fugiu sempre do sexo fácil" manteve relação longa com a mulher