Microsoft pretende adaptar Windows 11 ao maior número de processadores possível.

A Microsoft anunciou no dia (27) que vai permitir que o maior número possível de processadores consigam executar o Windows 11, de forma a que os clientes que queiram obter este software não tenham de comprar componentes ou até mesmo um computador novo. Esta medida pode afetar 14% da receita da empresa cofundada por Bill Gates que é alimentada pela venda de hardware. Inicialmente, quando apresentou a nova versão do Windows, em junho, a empresa ponderou limitar o software a dispositivos com processadores Zen 2 da AMD, de oitava geração da Intel e da série 7 e 8 da Qualcomm. A empresa direcionou os potencias clientes para uma aplicação batizada de “PC Health Check” para descobrirem se os seus computadores eram compatíveis com o Windows 11. A Microsoft disse hoje que o Windows 11 não vai suportar chips AMD Zen 1, embora seja compatível com chips Core X e Xeon W de sétima geração. O sistema operativo também pode ser instalado em certos computadores que contêm o processador 7820HQ de sétima geração da Intel, incluindo o PC all-in-one da Microsoft. Os processadores de sétima geração da Intel estrearam em 2016, seguidos da oitava geração em 2017. O Windows 10 é atualmente o sistema operativo mais popular do mundo com 1,3 mil milhões de dispositivos ativos.

Microsoft pretende adaptar Windows 11 ao maior número de processadores possível.