Estirpe mutante mista "Deltacron"

Um investigador cipriota que anunciou ter identificado uma estirpe mutante do novo coronavírus, uma estirpe mutante mista "Deltacron" que tem as características tanto da estirpe Delta como da estirpe Omicron, disse que pode ser contaminação (contaminação laboratorial). resposta às alegações levantadas, ele reiterou que a cepa Deltacron existe. O professor Leondios Kostrikis (Ciências da Vida) da Universidade de Chipre escreveu em um e-mail enviado à Bloomberg no dia 9 que os casos que ele identificou "não eram o resultado de um único evento de recombinação, mas da cepa original do vírus. Isso mostra a pressão evolutiva para adquirir mutações."

O professor também destacou que os pacientes internados apresentam maior índice de infecção do Deltacron do que aqueles que não foram internados, por isso a teoria da contaminação é negada.

Além disso, a amostra foi analisada genomicamente em vários países, e pelo menos uma sequência (sequência de base) de Israel registrada no banco de dados global indica as características genéticas do Deltacron. O professor Nick Roman (Microbial Genomics) da Universidade de Birmingham, Reino Unido, disse que a forma mista das cepas Delta e Omicron não é surpreendente, mas a descoberta de Chipre é um "artefato técnico" que surgiu durante o processo de sequenciamento do genoma viral. disse que a possibilidade de (resultados não naturais devido a causas técnicas) é maior.

Estirpe mutante mista "Deltacron"